ALOE VERA
Aloe barbadensis Miller
IMPORTANTES CONSIDERAÇÕES SOBRE A ALOE VERA
Nem todas as plantas de Aloe têm a mesma composição. Nem todos os fabricantes manipulam as Aloes com os mesmos cuidados. Nem todos os produtos rotulados com o nome Aloe vera a oferecem em concentrações apropriada ao usufruto do seu verdadeiro potencial. Nem todas as pessoas se beneficiem da Aloe vera da mesma maneira. Assim como existem pessoas alérgicas aos derivados das abelhas, frutos do mar ou qualquer outro alimento, por mais natural que ele seja, existe uma minoria que apresenta reações alérgicas a Aloe vera. Para testá-la, basta esfregar uma pequena quantidade do seu gel sobre a pele mais fina da parte interna do braço ou atrás da orelha e observar, depois de uns 20 minutos, qualquer tipo de reação alérgica - vermelhidão ou comichão. A opção pela utilização do gel de Aloe vera não significa alívio ou cura imediata de um problema específico, sobretudo se for crônico ou já tenha atingido a estrutura do corpo. O que qualquer um pode esperar do uso regular da Aloe vera é o início de um processo de hidratação, desintoxicação, auto-regeneração e auto-revitalização do organismo. Como somente o corpo tem capacidade de curar a si mesmo, o máximo que os alimentos, os suplementos alimentares e as terapias podem fazer, é proporcionar as condições adequadas aos mecanismos de auto-regeneração e estimular os processos de autocura para que a reconquista da saúde seja alcançada. Afinal, essa é a experiência que, há séculos, a Aloe Vera tem legando à humanidade. Nesse contexto, minha hipótese é que não tardará para que a Aloe vera seja institucionalizada como elemento de higiene do sistema gastrintestinal, para se dizer o mínimo. Essa mudança de comportamento não será muito diferente do que foi a institucionalização do lavar as mãos, tomar banho e escovar os dentes - hábitos de higiene adquiridos muito recentemente e se tornaram a principal causa do aumento da qualidade e da expectativa de vida dos indivíduos que os adotaram.
Aloe Vera nos Processos de Autocura
O processo de desintoxicação do organismo é normalmente automático. Quando os níveis de intoxicação atingem um determinado grau de intolerância, os mecanismos de autodesintoxicação se manifestam como crises de cura.Impedi-las de acontecer é impossível, embora seja fácila adiá-las, remediá-las. Para isso foram feitos os remédios que bloqueiam as vias de eliminação e meios naturais de autocura ou mascaram seus sintomas, sem jamais atingirem o âmago da questão, como o caso dos analgésicos e antiinflamatórios.Cedo ou tarde, porém, o processo de eliminação reaparecerá, não necessariamente com os mesmos sintomas, como mostra Reckeweg VEJA HOMOTOXICOLOGIA, mas certamente de modo mais intenso, crônico ou talvez até mesmo fatal.O mais sábio, portanto, é sempre cooperarmos com os esforços de autodesintoxicação do organismo e, localizando sua verdadeira causa, aí sim, abortá-la. Terminada a etapa da desintoxicação, os esforços serão concentrados na restauração da integridade dos tecidos e no restabelecimento do equilíbrio homeostásico e das funções sistêmicas.Todos esses processos, porém, não acontecem da noite para o dia, pois não foram criados do dia para a noite. É preciso paciência e percorrer o caminho inverso - a vicariação regressiva, como chama Reckeweg.É fundamental, portanto, reconhecermos os sintomas de uma crise de cura para agir a favor, jamais contra! A incapacidade desse reconhecimento leva muitos a pensar que a vida corre perigo caso os sintomas não sejam abortados ou que microrganismos não sejam mortos, mesmo que em detrimento de outras estruturas, funções, células e microrganismos simbióticos, indidpensáveis à reconquista da saúde do organismo.A Aloe vera, consumida regularmente como um alimento funcional de propriedades sui generis, tanto para os humanos como para os animais, funciona como um agente preventivo contra o acúmulo de homotoxinas e mudança do pH dos tecidos - principal fator de prevenção às infecções e inflamações.Seu potencial de ação, porém, depende do binômio dose-resposta. Isso significa que ele será sempre limitado pela quantidade de seu consumo versus a exposição a elementos patológicos, tóxicos ou substâncias difíceis ou impossíveis de serem metabolizadas, tais como elementos os constituintes de inúmeros produtos que hoje fazem parte da vida do Ser contemporâneo.
Amaciantes. Conservantes. Corantes. Derivados do petróleo. Detergentes. Drogas farmacêuticas (analgésicos, antiinflamatórios etc.). Drogas ilegais (cocaína, ecstasy etc.). Drogas legais (álcool, monossódioglutamato ou proteína vegetal hidrolizada, aspartame etc.) Gorduras hidrogenadas. Metais pesados. Perfumes artificiais. Pesticidas. Produtos de limpeza, higiene e beleza baseados nos derivados do petróleo. Sabores artificiais. Solventes. Etc.
Quem se encontram com um grau de homotoxicose avançado certamente jamais consumiram a Aloe vera de modo regular. Por isso, a opção por consumí-la requerer atenção sobre sua dosagem, já que ela induz o organismo a um processo de desintoxicação que pode gerar uma crise de cura.Ao longo do processo de vicariação regressiva, se a crise de cura ultrapassar os limites da tolerância, deve-se ajustar as doses e freqüência com que o gel da Aloe vera esteja sendo ingerido. A primeira providência é diminuí-las. Após um ou dois dias, gradualmente, voltar a aumentá-las, até encontrar o ponto de tolerância daquela determinada fase do processo.Mantendo a dose/freqüência sempre ajustada aos limites da tolerância, o processo de desintoxicação será o mais rápido permitido pela condição física, emocional e mental do indivíduo. Em alguns casos, porém, ele só será possível, se for acompanhado por uma higiene alimentar e outras terapias complementares, já que a Aloe vera não é uma panacéia ou uma pílula mágica.
Que a consciência auto-ecológica do Ser contemporâneo não cesse de se aprimorar com a ajuda da intuição e de novos conhecimentos.
Do Livro Saúde & Beleza Forever, de Mônica Lacombe Camargo- Edição Esgotada -
fonte:http://www.difusaoautoecologia.com/aloe_vera/importantes_consideracoes.htm
sábado, 1 de agosto de 2009
aloe coadjuvante
ALOE VERA
Aloe barbadensis Miller
Possibilidades de Uso do Gel de Aloe Vera
AbscessoAcneAftaAidsAlergiaAlopeciaAmidaliteAnemiaAnginaAnsiedadeArtriteArtroseAsmaAssadurasAziaBaixa imunidadeBolhasBronquiteBrotoejaBursite CâimbraCalosidadesCalvícieCâncerCandidíase CansaçoCarência nutricionalCaspaCatarataCicatrizaçãoCicatrizesCirroseCirurgiasCistiteColesterol altoCólicasColiteCongestão nasalContusõesCortesDegeneração da máculaDepressãoDermatiteDescamação da peleDiabetesDiarréiaDisenteriaDisfunções hepáticasDisfunções renaisDistensõesDistúrbios do sonoDiverticuliteDoença de CrohnDoença de HodgkinDoença de LymeDoenças auto-imunesDoenças do coraçãoDoenças venéreasDor de cabeçaDor de denteDor de gargantaDor de ouvidoDor nas juntasDores em geral
EczemaEdemaEmpolaçãoEnjôo em geralEnregelamentoEnrijecimento das juntasEnvelhecimentoErisipelaErupção cutâneaEsclerodermiaEsclerose múltiplaEsfoladurasEsofagiteEfisemaEstresseEstriasExantemaExaustãoFadigaFalta de energiaFaringiteFebre do fenoFeridasFibromialgiaFissura analFlebiteFrieiraFungosFurúnculoGasesGastriteGengiviteGlaucomaGotaGripesHemorróidasHepatiteHerpesHipertensãoHipoglicemiaImpetigoIncontinência noturnaIndigestãoInfecções em geralInflamações em geralInsôniaInsuficiência arterialIntoxicaçãoIrritação na peleIrritação nas mucosasJuntas inflamadasLepraLeucemiaLinchen planusLinfomaLúpusMá digestãoMau humorMal-estarMarca senilMastiteMau hálitoMenopausaMordida
Nervo ciáticoNeurastenia OlhosOsteoartriteOtitePancadasPancreatitePedra na vesículaPedra nos rinsPele, unhas e cabelosPicada de insetoPressão altaPrisão de ventreProblemas de colunaProblemas gastrintestinaisProblemas hepáticosProblemas na bocaProblemas renaisProblemas respiratóriosProstatitePruritus da vulvaePsoríaseQueimadura porraio-X/radiaçãoQueimadura em geralQueratoseQuimioterapiaRachaduras na peleRadioterapiaReações alérgicasResfriadosRetinopatiaReumatismoRingwormRugasSarampoSarcomaSeborréiaSinais na peleSíndrome da Fadiga CrônicaSíndrome de CretsSíndrome de SjogrenSíndrome dos Intestinos irritadosSinusiteTendiniteTensão muscularTerçolTosseTPMTracomaTuberculoseTumefaçãoTúnel CarpalUlcerações em geralUrticáriaVaginiteVarizesVerrugasVirosesVírus de Epstein-Barr
Do Livro Saúde & Beleza Forever, de Mônica Lacombe Camargo- Edição Esgotada -
fonte:http://www.difusaoautoecologia.com/aloe_vera/possibilidades_de_uso.htm
Aloe barbadensis Miller
Possibilidades de Uso do Gel de Aloe Vera
AbscessoAcneAftaAidsAlergiaAlopeciaAmidaliteAnemiaAnginaAnsiedadeArtriteArtroseAsmaAssadurasAziaBaixa imunidadeBolhasBronquiteBrotoejaBursite CâimbraCalosidadesCalvícieCâncerCandidíase CansaçoCarência nutricionalCaspaCatarataCicatrizaçãoCicatrizesCirroseCirurgiasCistiteColesterol altoCólicasColiteCongestão nasalContusõesCortesDegeneração da máculaDepressãoDermatiteDescamação da peleDiabetesDiarréiaDisenteriaDisfunções hepáticasDisfunções renaisDistensõesDistúrbios do sonoDiverticuliteDoença de CrohnDoença de HodgkinDoença de LymeDoenças auto-imunesDoenças do coraçãoDoenças venéreasDor de cabeçaDor de denteDor de gargantaDor de ouvidoDor nas juntasDores em geral
EczemaEdemaEmpolaçãoEnjôo em geralEnregelamentoEnrijecimento das juntasEnvelhecimentoErisipelaErupção cutâneaEsclerodermiaEsclerose múltiplaEsfoladurasEsofagiteEfisemaEstresseEstriasExantemaExaustãoFadigaFalta de energiaFaringiteFebre do fenoFeridasFibromialgiaFissura analFlebiteFrieiraFungosFurúnculoGasesGastriteGengiviteGlaucomaGotaGripesHemorróidasHepatiteHerpesHipertensãoHipoglicemiaImpetigoIncontinência noturnaIndigestãoInfecções em geralInflamações em geralInsôniaInsuficiência arterialIntoxicaçãoIrritação na peleIrritação nas mucosasJuntas inflamadasLepraLeucemiaLinchen planusLinfomaLúpusMá digestãoMau humorMal-estarMarca senilMastiteMau hálitoMenopausaMordida
Nervo ciáticoNeurastenia OlhosOsteoartriteOtitePancadasPancreatitePedra na vesículaPedra nos rinsPele, unhas e cabelosPicada de insetoPressão altaPrisão de ventreProblemas de colunaProblemas gastrintestinaisProblemas hepáticosProblemas na bocaProblemas renaisProblemas respiratóriosProstatitePruritus da vulvaePsoríaseQueimadura porraio-X/radiaçãoQueimadura em geralQueratoseQuimioterapiaRachaduras na peleRadioterapiaReações alérgicasResfriadosRetinopatiaReumatismoRingwormRugasSarampoSarcomaSeborréiaSinais na peleSíndrome da Fadiga CrônicaSíndrome de CretsSíndrome de SjogrenSíndrome dos Intestinos irritadosSinusiteTendiniteTensão muscularTerçolTosseTPMTracomaTuberculoseTumefaçãoTúnel CarpalUlcerações em geralUrticáriaVaginiteVarizesVerrugasVirosesVírus de Epstein-Barr
Do Livro Saúde & Beleza Forever, de Mônica Lacombe Camargo- Edição Esgotada -
fonte:http://www.difusaoautoecologia.com/aloe_vera/possibilidades_de_uso.htm
aloe e o colesterol
ALOE VERA
Aloe barbadensis Miller
A Aloe Vera e o Colesterol
Estudos mostram a ação normativa que Aloe vera tem sobre os níveis de colesterol, triglicerídeos e fosfolipídios que, uma vez oxidados, se precipitam formando depósitos de gorduras nas artérias médias e grandes, como as coronárias.Comparados ao grupo de controle, os camundongos, cuja alimentação com alto teor de colesterol foi acrescida dos polissacarídeos (glucomanan) da Aloe vera, tiveram: Aumento nos níveis do colesterol HDL (o 'bom' colesterol). Diminuição do total de colesterol, triglicerídeos, fosfolipídios e ácidos graxos não-esterificados.A conclusão dos pesquisadores foi de que a Aloe vera promove o metabolismo das gorduras e ajuda a diminuir o risco de doenças coronarianas. (1)Em uma outra pesquisa, Triton (fator de aumento de lipídios no sangue) foi administrado a dois grupos de macacos. Adicionalmente, a um grupo foi dado Aloe vera e a outro o tradicional clofibrate (fármaco que, atuando sobre o fígado, diminui a produção de triglicerídeos e do "mau" colesterol). Os resultados alcançados se encontram no quadro ao lado. (2)
Macacos tratados com Aloe vera
Parâmetro
Macacos tratados com Clofibrate
-61,7%
Total de colesterol
-47,6%
-37,8%
Triglicerídeos
-50,0%
-51,2%
Fosfolipídios
-41,7%
-45,4%
Ácidos graxos não-esterificados
-23,9%
Uma outra investigação foi desenvolvida pelo Dr. Agarwal, durante cinco anos, na Índia, junto a 5.000 pacientes que sofriam de angina peitoral - dor no peito por insuficiência de oxigênio no coração. À dieta normal foi pedido apenas que acrescentassem o suco do gel de Aloe vera e mais um quilo de pão feito com fibras de "isabgol" - casca de um grão típico do local.Os resultados, mostrando que esses dois ingredientes foram suficientes para que tais pessoas continuassem vivas e sem seqüela alguma dos efeitos secundários negativos típicos da doença, foram apresentados ao International College of Angiology de 1984. As mudanças foram significativas em relação ao:
Metabolismo dos Lipídios
Aumento do nível do "bom" colesterol HDL.
Diminuição do total do colesterol e dos triglicerídeos.
Metabolismo dos Carboidratos:
Diminuição do nível de açúcar do sangue dos diabéticos, mesmo após as refeições. (3)
A ação antioxidante e hipocolesterolêmica da Aloe vera no fígado foi foco de pesquisa de um grupo coreano que verificou:
Aumento da atividade das enzimas antioxidantes superoxido dismutase (SOD) e catalase no fígado.
Redução dos níveis de hidroperóxido de fosfatidilcolina hepática
Redução de até 30% nos níveis de colesterol no fígado dos animais mais idosos.
A conclusão dos pesquisadores foi de que a Aloe vera tem ação antioxidante contra a peroxidação dos lipídios e seu consumo ao longo da vida promove a redução dos níveis de colesterol no fígado e das lesões provocadas pelos radicais livres. (4)
REFERÊNCIAS:
(1) Joshi S., Dixit V.P. Hypolipidema effect of Aloe barbadensis (Aloe fraction I) in cholesterol-fed rats. I.: Lipid and lipoprotein metabolism. Proc Nat Acad Sci India, Sect B (Biol Sci) 56: 339-342, 1986.
(2) Dixit V.P., Joshi S. Effect Of Aloe Barbadensis and clofibrate on serum lipids in Triton-induced hyperlipidemia in Presbyter entellus entellus monkeys. Indain J Med Res 78:417-421, 1983.
(3) Agarwal O. P. Prevention of atheromatous heart disease. Angiology 36: 485-492, 1985.
(4) Lim BO, Seong NS, Choue RW, Kim JD, Lee HY, Kim SY, Yu BP, Jeon TI, Park DK. Graduate School of East-West Medical Science, Kyung Hee University, 1 Hoeki-Dong, Dongdaemoon-Ku, Korea. Efficacy of dietary aloe vera supplementation on hepatic cholesterol and oxidative status in aged rats. J Nutr Sci Vitaminol (Tokyo). 2003 Aug;49(4):292-6.
Do Livro Saúde & Beleza Forever, de Mônica Lacombe Camargo- Edição Esgotada -
fonte:http://www.difusaoautoecologia.com/aloe_vera/aloe_e_colesterol.htm
Aloe barbadensis Miller
A Aloe Vera e o Colesterol
Estudos mostram a ação normativa que Aloe vera tem sobre os níveis de colesterol, triglicerídeos e fosfolipídios que, uma vez oxidados, se precipitam formando depósitos de gorduras nas artérias médias e grandes, como as coronárias.Comparados ao grupo de controle, os camundongos, cuja alimentação com alto teor de colesterol foi acrescida dos polissacarídeos (glucomanan) da Aloe vera, tiveram: Aumento nos níveis do colesterol HDL (o 'bom' colesterol). Diminuição do total de colesterol, triglicerídeos, fosfolipídios e ácidos graxos não-esterificados.A conclusão dos pesquisadores foi de que a Aloe vera promove o metabolismo das gorduras e ajuda a diminuir o risco de doenças coronarianas. (1)Em uma outra pesquisa, Triton (fator de aumento de lipídios no sangue) foi administrado a dois grupos de macacos. Adicionalmente, a um grupo foi dado Aloe vera e a outro o tradicional clofibrate (fármaco que, atuando sobre o fígado, diminui a produção de triglicerídeos e do "mau" colesterol). Os resultados alcançados se encontram no quadro ao lado. (2)
Macacos tratados com Aloe vera
Parâmetro
Macacos tratados com Clofibrate
-61,7%
Total de colesterol
-47,6%
-37,8%
Triglicerídeos
-50,0%
-51,2%
Fosfolipídios
-41,7%
-45,4%
Ácidos graxos não-esterificados
-23,9%
Uma outra investigação foi desenvolvida pelo Dr. Agarwal, durante cinco anos, na Índia, junto a 5.000 pacientes que sofriam de angina peitoral - dor no peito por insuficiência de oxigênio no coração. À dieta normal foi pedido apenas que acrescentassem o suco do gel de Aloe vera e mais um quilo de pão feito com fibras de "isabgol" - casca de um grão típico do local.Os resultados, mostrando que esses dois ingredientes foram suficientes para que tais pessoas continuassem vivas e sem seqüela alguma dos efeitos secundários negativos típicos da doença, foram apresentados ao International College of Angiology de 1984. As mudanças foram significativas em relação ao:
Metabolismo dos Lipídios
Aumento do nível do "bom" colesterol HDL.
Diminuição do total do colesterol e dos triglicerídeos.
Metabolismo dos Carboidratos:
Diminuição do nível de açúcar do sangue dos diabéticos, mesmo após as refeições. (3)
A ação antioxidante e hipocolesterolêmica da Aloe vera no fígado foi foco de pesquisa de um grupo coreano que verificou:
Aumento da atividade das enzimas antioxidantes superoxido dismutase (SOD) e catalase no fígado.
Redução dos níveis de hidroperóxido de fosfatidilcolina hepática
Redução de até 30% nos níveis de colesterol no fígado dos animais mais idosos.
A conclusão dos pesquisadores foi de que a Aloe vera tem ação antioxidante contra a peroxidação dos lipídios e seu consumo ao longo da vida promove a redução dos níveis de colesterol no fígado e das lesões provocadas pelos radicais livres. (4)
REFERÊNCIAS:
(1) Joshi S., Dixit V.P. Hypolipidema effect of Aloe barbadensis (Aloe fraction I) in cholesterol-fed rats. I.: Lipid and lipoprotein metabolism. Proc Nat Acad Sci India, Sect B (Biol Sci) 56: 339-342, 1986.
(2) Dixit V.P., Joshi S. Effect Of Aloe Barbadensis and clofibrate on serum lipids in Triton-induced hyperlipidemia in Presbyter entellus entellus monkeys. Indain J Med Res 78:417-421, 1983.
(3) Agarwal O. P. Prevention of atheromatous heart disease. Angiology 36: 485-492, 1985.
(4) Lim BO, Seong NS, Choue RW, Kim JD, Lee HY, Kim SY, Yu BP, Jeon TI, Park DK. Graduate School of East-West Medical Science, Kyung Hee University, 1 Hoeki-Dong, Dongdaemoon-Ku, Korea. Efficacy of dietary aloe vera supplementation on hepatic cholesterol and oxidative status in aged rats. J Nutr Sci Vitaminol (Tokyo). 2003 Aug;49(4):292-6.
Do Livro Saúde & Beleza Forever, de Mônica Lacombe Camargo- Edição Esgotada -
fonte:http://www.difusaoautoecologia.com/aloe_vera/aloe_e_colesterol.htm
aloe e fator proteção solar
ALOE VERA
Aloe barbadensis Miller
Aloe Vera – Fator de Proteção Solar
Os melanócitos são células responsáveis pela produção do pigmento melanina, que dá o tom à pele. A concentração de melanócitos, de 1000 a mais de 2000 por mm2, não é relacionada às raças. O que diferencia a coloração da pele é a quantidade de melanina produzida pelos melanócitos e a natureza da granulação do pigmento.
Uma das razões pela qual a luz solar promove o bronzeamento da pele é porque ela aumenta a atividade dos melanócitos, fazendo-os produzir mais melanina. Porém, esses mesmos melanócitos são os responsáveis pela produção do melanoma – nome científico do câncer de pele. Isso porque, os melanócitos, quando danificados pelo excesso de radiação ultravioleta, sofrem vários tipos de mutação, dentre as quais o melanoma.
A Luz Solar
Os três tipos de raios solares chegam à Terra
Infravermelha
sentido através do calor.
Luz visível
detectado pelos olhos.
Ultravioleta
ativa o metabolismo celular da pele.
Os Raios Ultravioletas
UVA (315 à 400 nm) ou “Luz Negra”
Responde por 99% da radiação solar ao nível do mar. Principal responsável pelo bronzeamento. Estudos mostram que ele pode ser tão perigoso à saúde da pele quanto as UVB.
UVB (280 à 315 nm)
Muitos acreditam ser o único responsável pelas queimaduras, envelhecimento e câncer de pele.
UVC (100 à 280 nm)
Filtrado pela atmosfera, teoricamente nunca chaga à superfície da Terra.
Uma das características da radiação ultravioleta é a intensidade do seu reflexo segundo a superfície onde esteja batendo. Conseqüentemente, dependendo do ambiente, podemos ficar expostos a uma carga extra de radiações. A superfície da neve, por exemplo, reflete 90% dos raios ultravioletas enquanto a da areia reflete 20%. Por isso é mais fácil sofrermos queimaduras solares quando se esquia em um dia de sol do que na beira da praia. O Vidro, por sua vez, é um dos melhores absorventes desses raios. Por isso ele protege da queimadura solar.
O Bronzeado como Proteção Natural da Pele
O bronzeamento acontece em conseqüência da pigmentação da melanina produzida pelos melanócitos estimulados pelos raios ultravioletas. O que poucos sabem é que essa pigmentação celular absorve os raios ultravioletas. Por isso, o bronzeado é o modo natural dos melanócitos serem protegidos da agressão da radiação solar. O processo do bronzeamento, porém, é lento e impossível de ser adquirido em um só dia. Os melanócitos precisam se estimulados pelos raios solares por pequenos períodos, antes que o bronzeamento, realmente protetor, seja adquirido.
A Pigmentação da Pele como Agente Protetor
De acordo com a pigmentação da pele, as diferentes raças têm graus de proteção natural variados. Quanto mais escuro o tom da pele, mais melanina e, conseqüentemente maior proteção contra a produção de células cancerosas na pele.
Pigmentos Produzidos pelos Melanócitos
Eumelanina
responsável pela pigmentação marron. O excesso de brancura na pele, dos cabelos e dos cílios dos albinos vem da ausência da enzima tirosinase, sem a qual a melanina não pode ser produzida.
Faeomelanina
responsável pela pigmentação amarela e vermelha, predomina nas pessoas louras e ruivas, o que explica a dificuldade que têm de se bronzear e a maior incidência de melanomas.
O Mecanismo do Bronzeamento
O mecanismo pelo qual os melanócitos são ativados inicia-se na glândula pituitária, que é conectada aos nervos óticos. Extremamente sensível à luz, a pituitária quando estimulada produz um hormônio que ativa os melanócitos. Proteger os olhos com óculos escuros diminui a produção desse hormônio e torna o processo do bronzeamento mais lento. Conseqüentemente, o uso de óculos escuros torna a pessoamais vulnerável à queimadura solar.
As Queimaduras Solares
Queimaduras de sol refletem o grau com que os melanócitos foram danificadospela radiação ultravioleta enquanto que o grau de sensibilidade da pele aos raios solares depende do grau de proteção da melanina retida pelos melanócitos.
O ciclo definido da queimadura solar (eritema)
Começa a se manifestar quatro horas após os melanócitos terem sido danificados.
Atinge o máximo de vermelhidão e dor entre as primeiras oito e vinte quatro horas.
Em casos extremos, forma bolhas.
Além da vermelhidão, ardência e descamação da pele, a queimadura provoca graves conseqüências oxidativas ao atingir os melanócitos e provocar a danificação doseu DNA, que tanto pode gerar células com pigmentação mais escura (manchas senis) como o desenvolvimento de melanomas (câncer da pele).
Os Protetores Solares
Os protetores solares funcionam basicamente de duas maneiras: bloqueando ou absorvendo os raios ultravioletas. (Um dos bloqueadores mais tradicional entre os banhistas é o creme opaco à base de óxido de zinco.)
A absorção dos raios ultravioletas se dá de maneira semelhante a ação da melatonina. O PABA (para-aminobenzoico) é o elemento mais utilizado para absorver os UVB. Mas também existem os cinamatos, que absorvem os UVB, as benzofenonas, que absorvem os UVA e os andranilatos, que absorvem tanto os UVB e como os UVA.
O Fator de Proteção Solar (FPS) da Aloe Vera
Todos os bronzeadores vêm rotulados com seu FPS - Fator de Proteção Solar.Esse indicador é o fator de multiplicação decimal indicativo do tempo, não da intensidade, que a pele se mantém protegida contra a queimadura solar.
Devido à qualidade da pigmentação dos melanócitos, cada pessoa tem uma tolerância diferente ao sol. Se a pele resiste 10 minutos à exposição ao sol antesde começar a sofrer qualquer tipo de queimadura, com um protetor solarde FPS 10 sua pele estará protegida do sol por 100 minutos.
Uma vez determinados quantos minutos tal pessoa pode ficar exposta ao sol, antes que a pele comece a queimar, divide-se esse valor pelo tempo que queira se exporao sol. O resultado dessa divisão é o FPS mais adequado para tal pessoa.
Para saber o valor do FPS necessário ao indivíduo, cuja pele pode ficar desprotegida sob o sol por até 30 minutos, sem sofrer qualquer queimadura, é preciso dividir os minutos que ele pretende se expor ao sol pelo número de minutos que sua pele resiste, naturalmente, à radiação solar. Para 5 horas (300 minutos), por exemplo, ele vai precisar usar um protetor de FPS 10. Mas para apenas 2 horas (120 minutos), ele não precisa de protetor com um FPS superior a 4.
Conclusão, protetores com FPS 20, 30 ou 40 não protegem a pele de forma mais intensa, apenas têm ação mais prolongada. E quanto mais alto o FPS, a tendênciaé do protetor ser constituído de elementos químicos mais fortes que, certamente, acabarão por afetar a saúde da pele e do organismo. Fato que talvez explique o aumento do câncer de pele nas crianças.
A Aloe Vera como Fator de Proteção Solar
A Aloe vera é um fator de proteção indispensável os indivíduos de pele sensível, como os muito brancos, os bebês e os idosos, que se expõem direta ou indiretamente à luz solar.
Para a Pele
Protetores solares à base de no mínimo 30% do gel de Aloe vera, conjugam dois fatores extremamente importantes para a proteção da pele exposta ao sol:
• Aceleram o bronzeamento – a proteção mais natural e eficaz da pele.
• Contribuem com um FPS natural, que pode variar de 10 e 15, dependendodas condições do plantio e dos processos de extração e estabilização a que a planta tenha sido submetida.
Para os Olhos
Não são poucos os casos de pessoas que perderam a visão esquiando na neve em dias ensolarados. Utilizada como colírio, ou acrescida a algum outro, a Aloe vera também promove a proteção dos olhos, sobretudo a dos mais claros, contra a agressão da radiação solar.
Há quase 10 anos, desde que uma senhora me contou haver se livrado de uma catarata já avançada e de um constante acúmulo de cera no ouvido pingando o gel de Aloe vera filtrado, venho utilizo-o como colírio. Apesar dos olhos arderem por uns 20 segundos, sinto que isso lhes faz muito bem.
Protetor Solar à Base de Aloe Vera
Protetores à base de água, e não à prova d'água, têm que ser repostos com freqüência, tanto sobre o corpo que transpira intensamente como apósser molhado. Se a pele ficar ressecada, o protetor também precisa ser aplicado novamente. Caso a pele sofra queimaduras, por descuido ou economia do produto, os protetores à base de pelo menos 30% de Aloe veratambém devem prevenia formação de bolhas e agir comoanalgésico, antiinflamatório, imunomoduladore acelerar a regeneração capilar.
Texto de Mônica Lacombe CamargoDifusâo Auto-Economia
fonte:http://www.difusaoautoecologia.com/aloe_vera/fator_de_protecao_solar.htm
Aloe barbadensis Miller
Aloe Vera – Fator de Proteção Solar
Os melanócitos são células responsáveis pela produção do pigmento melanina, que dá o tom à pele. A concentração de melanócitos, de 1000 a mais de 2000 por mm2, não é relacionada às raças. O que diferencia a coloração da pele é a quantidade de melanina produzida pelos melanócitos e a natureza da granulação do pigmento.
Uma das razões pela qual a luz solar promove o bronzeamento da pele é porque ela aumenta a atividade dos melanócitos, fazendo-os produzir mais melanina. Porém, esses mesmos melanócitos são os responsáveis pela produção do melanoma – nome científico do câncer de pele. Isso porque, os melanócitos, quando danificados pelo excesso de radiação ultravioleta, sofrem vários tipos de mutação, dentre as quais o melanoma.
A Luz Solar
Os três tipos de raios solares chegam à Terra
Infravermelha
sentido através do calor.
Luz visível
detectado pelos olhos.
Ultravioleta
ativa o metabolismo celular da pele.
Os Raios Ultravioletas
UVA (315 à 400 nm) ou “Luz Negra”
Responde por 99% da radiação solar ao nível do mar. Principal responsável pelo bronzeamento. Estudos mostram que ele pode ser tão perigoso à saúde da pele quanto as UVB.
UVB (280 à 315 nm)
Muitos acreditam ser o único responsável pelas queimaduras, envelhecimento e câncer de pele.
UVC (100 à 280 nm)
Filtrado pela atmosfera, teoricamente nunca chaga à superfície da Terra.
Uma das características da radiação ultravioleta é a intensidade do seu reflexo segundo a superfície onde esteja batendo. Conseqüentemente, dependendo do ambiente, podemos ficar expostos a uma carga extra de radiações. A superfície da neve, por exemplo, reflete 90% dos raios ultravioletas enquanto a da areia reflete 20%. Por isso é mais fácil sofrermos queimaduras solares quando se esquia em um dia de sol do que na beira da praia. O Vidro, por sua vez, é um dos melhores absorventes desses raios. Por isso ele protege da queimadura solar.
O Bronzeado como Proteção Natural da Pele
O bronzeamento acontece em conseqüência da pigmentação da melanina produzida pelos melanócitos estimulados pelos raios ultravioletas. O que poucos sabem é que essa pigmentação celular absorve os raios ultravioletas. Por isso, o bronzeado é o modo natural dos melanócitos serem protegidos da agressão da radiação solar. O processo do bronzeamento, porém, é lento e impossível de ser adquirido em um só dia. Os melanócitos precisam se estimulados pelos raios solares por pequenos períodos, antes que o bronzeamento, realmente protetor, seja adquirido.
A Pigmentação da Pele como Agente Protetor
De acordo com a pigmentação da pele, as diferentes raças têm graus de proteção natural variados. Quanto mais escuro o tom da pele, mais melanina e, conseqüentemente maior proteção contra a produção de células cancerosas na pele.
Pigmentos Produzidos pelos Melanócitos
Eumelanina
responsável pela pigmentação marron. O excesso de brancura na pele, dos cabelos e dos cílios dos albinos vem da ausência da enzima tirosinase, sem a qual a melanina não pode ser produzida.
Faeomelanina
responsável pela pigmentação amarela e vermelha, predomina nas pessoas louras e ruivas, o que explica a dificuldade que têm de se bronzear e a maior incidência de melanomas.
O Mecanismo do Bronzeamento
O mecanismo pelo qual os melanócitos são ativados inicia-se na glândula pituitária, que é conectada aos nervos óticos. Extremamente sensível à luz, a pituitária quando estimulada produz um hormônio que ativa os melanócitos. Proteger os olhos com óculos escuros diminui a produção desse hormônio e torna o processo do bronzeamento mais lento. Conseqüentemente, o uso de óculos escuros torna a pessoamais vulnerável à queimadura solar.
As Queimaduras Solares
Queimaduras de sol refletem o grau com que os melanócitos foram danificadospela radiação ultravioleta enquanto que o grau de sensibilidade da pele aos raios solares depende do grau de proteção da melanina retida pelos melanócitos.
O ciclo definido da queimadura solar (eritema)
Começa a se manifestar quatro horas após os melanócitos terem sido danificados.
Atinge o máximo de vermelhidão e dor entre as primeiras oito e vinte quatro horas.
Em casos extremos, forma bolhas.
Além da vermelhidão, ardência e descamação da pele, a queimadura provoca graves conseqüências oxidativas ao atingir os melanócitos e provocar a danificação doseu DNA, que tanto pode gerar células com pigmentação mais escura (manchas senis) como o desenvolvimento de melanomas (câncer da pele).
Os Protetores Solares
Os protetores solares funcionam basicamente de duas maneiras: bloqueando ou absorvendo os raios ultravioletas. (Um dos bloqueadores mais tradicional entre os banhistas é o creme opaco à base de óxido de zinco.)
A absorção dos raios ultravioletas se dá de maneira semelhante a ação da melatonina. O PABA (para-aminobenzoico) é o elemento mais utilizado para absorver os UVB. Mas também existem os cinamatos, que absorvem os UVB, as benzofenonas, que absorvem os UVA e os andranilatos, que absorvem tanto os UVB e como os UVA.
O Fator de Proteção Solar (FPS) da Aloe Vera
Todos os bronzeadores vêm rotulados com seu FPS - Fator de Proteção Solar.Esse indicador é o fator de multiplicação decimal indicativo do tempo, não da intensidade, que a pele se mantém protegida contra a queimadura solar.
Devido à qualidade da pigmentação dos melanócitos, cada pessoa tem uma tolerância diferente ao sol. Se a pele resiste 10 minutos à exposição ao sol antesde começar a sofrer qualquer tipo de queimadura, com um protetor solarde FPS 10 sua pele estará protegida do sol por 100 minutos.
Uma vez determinados quantos minutos tal pessoa pode ficar exposta ao sol, antes que a pele comece a queimar, divide-se esse valor pelo tempo que queira se exporao sol. O resultado dessa divisão é o FPS mais adequado para tal pessoa.
Para saber o valor do FPS necessário ao indivíduo, cuja pele pode ficar desprotegida sob o sol por até 30 minutos, sem sofrer qualquer queimadura, é preciso dividir os minutos que ele pretende se expor ao sol pelo número de minutos que sua pele resiste, naturalmente, à radiação solar. Para 5 horas (300 minutos), por exemplo, ele vai precisar usar um protetor de FPS 10. Mas para apenas 2 horas (120 minutos), ele não precisa de protetor com um FPS superior a 4.
Conclusão, protetores com FPS 20, 30 ou 40 não protegem a pele de forma mais intensa, apenas têm ação mais prolongada. E quanto mais alto o FPS, a tendênciaé do protetor ser constituído de elementos químicos mais fortes que, certamente, acabarão por afetar a saúde da pele e do organismo. Fato que talvez explique o aumento do câncer de pele nas crianças.
A Aloe Vera como Fator de Proteção Solar
A Aloe vera é um fator de proteção indispensável os indivíduos de pele sensível, como os muito brancos, os bebês e os idosos, que se expõem direta ou indiretamente à luz solar.
Para a Pele
Protetores solares à base de no mínimo 30% do gel de Aloe vera, conjugam dois fatores extremamente importantes para a proteção da pele exposta ao sol:
• Aceleram o bronzeamento – a proteção mais natural e eficaz da pele.
• Contribuem com um FPS natural, que pode variar de 10 e 15, dependendodas condições do plantio e dos processos de extração e estabilização a que a planta tenha sido submetida.
Para os Olhos
Não são poucos os casos de pessoas que perderam a visão esquiando na neve em dias ensolarados. Utilizada como colírio, ou acrescida a algum outro, a Aloe vera também promove a proteção dos olhos, sobretudo a dos mais claros, contra a agressão da radiação solar.
Há quase 10 anos, desde que uma senhora me contou haver se livrado de uma catarata já avançada e de um constante acúmulo de cera no ouvido pingando o gel de Aloe vera filtrado, venho utilizo-o como colírio. Apesar dos olhos arderem por uns 20 segundos, sinto que isso lhes faz muito bem.
Protetor Solar à Base de Aloe Vera
Protetores à base de água, e não à prova d'água, têm que ser repostos com freqüência, tanto sobre o corpo que transpira intensamente como apósser molhado. Se a pele ficar ressecada, o protetor também precisa ser aplicado novamente. Caso a pele sofra queimaduras, por descuido ou economia do produto, os protetores à base de pelo menos 30% de Aloe veratambém devem prevenia formação de bolhas e agir comoanalgésico, antiinflamatório, imunomoduladore acelerar a regeneração capilar.
Texto de Mônica Lacombe CamargoDifusâo Auto-Economia
fonte:http://www.difusaoautoecologia.com/aloe_vera/fator_de_protecao_solar.htm
aloe e sistema imunológico
ALOE VERA
Aloe barbadensis Miller
A Aloe Vera e o Sistema Imunológico
O sistema imune é aquele que responde pela defesa do organismo contra células ou organismos que lhe são estranhos. Isso envolve os glóbulos brancos (leucócitos) e plasmas protéicos especiais (anticorpos).
Dentre os glóbulos brancos, os linfócitos talvez sejam os mais importantes. Gerados na Da medula óssea, onde são gerados, dirigem-se à glândula do timo, onde recebem novas especificações, e partem para se alojar nas glândulas linfáticas, cujas maiores concentrações se encontram no pescoço, axilas, virilhas ou atrás dos joelhos.
Os neutrófilos e os macrófagos (vocábulo derivado do grego, que significa grande comedor) também fazem parte dos glóbulos brancos.
A Fagocitose
Diante de qualquer elemento estranho, invasor, o sistema imune libera um exercito de anticorpos, que têm a funções de cobri-lo com uma substância que o torne mais apetitoso à fagocitose. As células T chegam, em seguida, liberando enzimas.
O processo da fagocitose inicia-se, então, com os macrógafos liberando uma substância que envolve o elemento alvo para facilitar que ele seja sugado e aprisionado dentro de uma membrana no seu interior, onde serão liberadas substâncias oxidantivas para desintegrar e digerir o prisioneiro.
Muitas vezes os fagócitos migram para a superfície do corpo facilitando assim a sua eliminação, como o pus dos ferimentos, dos furúnculos, dos terçóis etc. Através do mecanismo de proteção e limpeza da fagocitose do sistema imune, os elementos invasores e estranhos ao organismo são neutralizados, destruídos e eliminados.
A Aloe vera faz com que o potencial de ataque, absorção e eliminação dos fagócitos seja aumentado em até 10 vezes. Na opinião do Dr.Plaskett, esse ação de estimulo e suporte à fagocitose é muito mais importantes à saúde humana e animal do que qualquer outra de suas propriedade, pois abrange um vasto espectro de variantes funcionais.
Estudos de 1979 constataram que a Aloe vera tornava os ratos muito mais resistentes às bactérias Klebsiella pneumonia.
Em 1985 e 1987, a equipe japonesa do Prof. A. Yagi, ao estudar um grupo de adultos com bronquite asmática, concluiu que os polissacarídeos e as glicoproteínas da Aloe vera estimulavam os neutrófilos à fagocitose, mas que a intensidade dos estímulo respondia à dosagem com que ela era administrada.
Em 1989, pesquisadores holandeses observaram que a Aloe vera ativava os leucócitos polimorfonucleares (neutrófilos) e estimulava a produção de anticorpos específicos no organismo humano. Nos animais, verificaram que ela ativava mais especificamente os linfócitos T. No ano seguinte, porém, concluíram que esse potencial de ação dependia de seus componentes de baixo peso molecular, como as frações não glicoprotéicas, não dializáveis, que inibem o vazamento das substâncias letais do interior dos fagócitos e aumenta-lhes a eficiência.
Espécies de oxigênio reativo são substâncias letais que os fagócitos utilizam para detonar qualquer coisa que tenham engolido. Na verdade, elas são moléculas de oxigênio negativamente ionizado (O2) ou o peróxido de hidrogênio (H2O2), cuja capacidade de reação química é extremamente agressiva. Conseqüentemente, enquanto seu raio de ação for o interior dos fagócitos, sua atuação detonadora é de uma importância capital ao bom desempenho do sistema imune. Porém, tão logo ela saia desse território, vazando para o meio ambiente celular, ela se tornam extremamente perigosos, pois passam a agir como radicais livres.
Uma das maiores descobertas sobre Aloe vera foi de que ela inibem o vazamento das ‘espécies de oxigênio reativo’, zelando para que se mantenham confinadas dentro dos fagócitos e não destruam os tecidos e células vizinhas.
O Processo Inflamatório
Dependendo da intensidade com que o sistema imune livra o organismo de elementos estranhos, é normal que apareçam quadros inflamatórios agudos. Num primeiro estágio, interromper o processo com a ingestão de antiinflamatórios significa sabotar os mecanismos de desintoxicação e autocura inerentes a todos os organismos vivos.
Nas inflamações crônicas, por outro lado, ao mesmo tempo em que os fagócitos limpam o meio ambiente, eles provocam grandes danos devido ao vazamento das ‘espécies de oxigênio reativo’. Enquanto o ciclo vicioso não for interrompido, os tecidos adjacentes vão sendo destruídos gradativamente.
Tomando como exemplo da artrite, o que um dia começou como uma inflamação aguda, altamente produtiva e saudável, se transformou em atividade extremamente improdutiva e doentia, pois os fagócitos acabam por perder a capacidade de reterem as substâncias letais e provocar uma maior destruição. Inicialmente atacam as cartilagens para, em seguida, atingirem a estrutura óssea.
Como as moléculas de baixa densidade da Aloe vera fortificam os fagócitos, que passam a reter as ‘espécies de oxigênio reativo’ dentro das suas células, pode-se dizer que ela atua de modo indireto e extremamente gentil, para que o ciclo vicioso da cronicidade inflamatória seja interrompido. Conseqüentemente, as células e os tecidos adjacentes são poupados do processo oxidativo-inflamatório.
A partir do momento que a Aloe vera recebeu a confirmação científica do seu surpreendente e inigualável poder antiinflamatório, é difícil acreditar que alguém, em sã consciência, continuará fazendo vista grossa à devastação que os antiinfla-matórios sintéticos provocam ao organismo – afinamento da pele, osteoporose; gastrite e úlcera estomacal, lentidão do processo de cicatrização etc. Além de anti-inflamatória e imunomoduladora, o potencial analgésico da Aloe vera é semelhante ao da aspirina.
A Aloe vera é capaz de prevenir 72% das artrites adjuvantes e causar a sua regressão em 22 a 26% dos casos, com uma dosagem de 150mg/kg por dia, disse Dr. Robert Davis. Em um experimento com animais, constatamos que ela é efetiva na redução de inflamações geradas por uma infinidade de fatores. Como percentual de inibição, observamos uma variação entre 76,9% em relação a gelatina e 22,7% em relação ao dextrano.
Na avaliação feita sobre a influência da vitamina C, presente na Aloe, sobre as artrites adjuvantes localizadas, verificamos que ela ajuda a reduzir os edemas, em 80%, e as dores artríticas, embora não tenha sido notada variação alguma sobre a temperatura. A Aloe vera também mostrou ser capaz de inibir, em até 80%, edemas em animais diabéticos que receberam doses de 10 a 100mg/kg.
Em outro estudo obtivemos excelentes resultados com a combinação da Aloe Vera e o acetato de hidrocortisona sobre as áreas inflamadas. O alto poder de veiculação da Aloe vera também ficou evidente em relação à vitamina C, ao triptofano e à fenila-lanina, cujas propriedades se assemelham aos esteróides.
Compilando todos os nossos experimentos, concluímos que a Aloe Vera inibe as inflamações constringindo os vasos capilares, bloqueando a infiltração dos neutrófilos e freando a produção de radicais livres de oxigênio.
Os Polissacarídeos da Aloe Vera
No fim dos anos 80, as observações feitas sobre o poder do acemannan – uma das frações do gel da Aloe vera – em aumentar a inter-relação das células T com os monócitos, levaram às primeiras constatações do poder de potencialização que ele exerce sobre o sistema imune.
Um outro estudo feito com galinhas, verificou que os polissacarídeos da Aloe vera induzem o aumento da produção de óxido nítrico – um outro elemento letal produzido pelos macrófagos – e um conseqüente aumento na eficácia dos fagócitos.
Dentre os inúmeros trabalhos desenvolvidos sobre a fração do acemannan, talvez os dois mais importantes tenham sido os da equipe do Dr. Sheets – Estudos dos Efeitos do Acemannan sobre uma Infecção por Retrovírus: Estabilização Clínica do Vírus Felino que Afeta os Gatos – e o que foi feito em conjunto entre o Animal Medical Hospital de Irving, no Texas, e o College Of Veterinary Medicine, do Texas A&M University, pois o vírus da leucemia felina (FELV-Feline Leukemia Virus) é um retrovirus. As estatísticas da leucemia felina, uma das doenças mais letais entre os gatos domésticos, é de que 40% morrem em menos de quatro semanas e 70%, em oito semanas. Em ambos os estudos, porém, os gatos tiveram um alto grau de recuperação e de sobrevivência.
Dr. John C. Pittman, diretor clínico do Hipocrates Health Institute em West Palm Beach, na Flórida, e especialista em desordens do sistema imunológico, é um grande estudioso dos galactomanans (açúcares de cadeias longas) da Aloe barbadensis Miller – planta que, segundo dizem, apresenta a maior concentração de manans acetilados – nomenclatura científica do acemanan, o nome patenteado pelos Laboratórios Carringtons dos EUA.
Segundo o Dr. Pittman, o acemanan é a cadeia de manans mais importante para a revitalização do sistema gastrointestinal e imunológico, sistemas que não se pode mais ignorar serem intrinsecamente interligados.
Segundo suas observações, a grande maioria das pessoas que apresentam patologias ligadas à deficiência no sistema imunológico (a síndrome de fadiga crônica, a candidase sistêmica, herpes, tuberculose, pneumonia, infecções ligadas ao suposto vírus HIV ou ao já bem conhecido vírus Epstein-Barr etc.) também têm alta incidência de disfunções digestivas, que tanto as fazem sofrer em conseqüência da má digestão.
Principais Causas da Má Digestão
A ingestão de alimentos incompatíveis à constituição ou à condição do organismo.
Falta de nutrientes essenciais ao perfeito desempenho do metabolismo gastrintestinal.
Conseqüências da Má Digestão
Incapacitado de gerar energia a partir dos alimentos, as células sofrem de subnutrição e os tecidos de degradam, culminando na debilidade dos processos metabólicos e disfunção do corpo.
Com os glóbulos vermelhos afetados, as células passam a carecer de nutrientes e oxigênio, o metabolismo diminui, o processo de desintoxicação é desacelerado e o organismo, a qualquer hora pode gerar um quadro agudo ou entrar em colapso.
As macromoléculas, resultantes da má digestão, que chegam aos intestinos são submetidas a processos de putrefação, fermentação ou oxidação, gerando o alimento da flora disbiótica e de uma grande variedade de microrganismos patológicos, parasitas e vermes, e um exército de radicais livres, cuja conseqüência é a degradação da mucosa intestinal.
Com a integridade da parede dos intestinos corrompida, o caminho para a contaminação do sangue está livre e a responsabilidade da despoluição do organismo passa a ser exclusivamente do sistema imunológico. Enquanto ele der conta do recado, a saúde estará garantida. Quando ele se exaurir...
Os Processos de Defesa do Sistema Imunológico contra os Alimentos Mal Digeridos
Diante das partículas de alimentos mal digeridos, sobretudo as protéicas, um exército de anticorpos é posto em ação. Uma vez ligados a essas substâncias, os anticorpos fazem apelo aos macrófagos e aos monócitos. As células T, utilizando-se do oxigênio disponível, chegam em seguida liberando enzimas. Inicia-se, então, a fagocitose, para que os elementos estranhos sejam digeridos, degradados, descaracterizados, para então poderem ser eliminados pela linfa.
Ou Seja...
A qualidade e a quantidade do que ingerimos como alimento determinam nossa capacidade de digestão, assimilação e eliminação.
Toda e qualquer deficiência gastrintestinal sobrecarrega o sistema imunológico.Um sistema imunológico obrigado a permanecer em constante atividade metabólica torna-se deficiente, enfraquece, se desgasta, tal qual uma bateria sempre ligada.Uma vez esgotado, deixar-nos totalmente vulneráveis e impotentes perante qualquer elemento intruso ou qualquer transgressão alimentar, por mínima que seja.
Nesse contexto, o convívio com a má digestão é uma das principais razões para o enfraquecimento e esgotamento do sistema imunológico do Ser moderno, cuja conseqüência pode ser a Síndrome da Fadiga Crônica, a Síndrome de Crohn, a Síndrome dos Intestinos Irritados ou, até mesmo, a Síndrome da Imuno Deficiência Adquirida (AIDS) em seus diversos graus de manifestação.
Como Interromper o Ciclo Vicioso e Revitalizar o Sistema Imunológico
Adotar uma higiene alimentar, isto é, uma dieta de alta qualidade e devidamente compatível com a constituição e condição do Ser.
Nutrir-se corretamente, para que o processo digestivo não seja vítima da subnutrição do organismo incapaz de produzir os sucos gástricos e as enzimas necessárias à perfeita decomposição dos alimentos.
Promover, o quanto antes, a regeneração da mucosa do trato intestinal, a revitalização do sistema imunológico e, pelo menos, uma evacuação diária.
O Potencial de Ação da Aloe Vera
O gel da Aloe barbadensis Miller, ingerido antes e após as refeições, assim como ao acordar, no fim da manhã, no final da tarde e antes de deitar-se, funciona como um dos suplementos alimentares mais específicos para responder a todos esses quesitos. Suplementação de minerais, seja a nível iônico, através do Plasma Marinho, ou das algas marinhas, também não pode ser negligenciada, pois poucas são as disfunções ou doenças que resistem à sinergia entre esses elementos.
Um das epidemias mais em voga, e que tão bem exemplifica a inter-relação do sistema gastrintestinal e imunológico, é a do fungo da Cândida, que provoca a dilaceração da mucosa intestinal e conseqüentes reações alérgicas, erupções cutâneas, corrimento, perturbações digestivas, excesso de mucos e de gazes, hipoglicemia, síndrome da fatiga crônica etc., para “desespero” do sistema imunológico.
Estudos laboratoriais, mesmo que baseados em apenas uma das frações dos polissacarídeos do gel da Aloe vera, o acemanan, reconhecem que essa planta tem o potencial de:
Promover
o aumento do número de anticorpos, através das células B no baço, que ajudam a proteger a medula óssea da toxidade residual dos agentes poluentes – internos (do trato gastrintestinal) e externos (elementos químicos, que nos chegam através dos alimentos, medicamentos e dos produtos de saúde, higiene e beleza).
Atuar
como um facilitador dos macrófagos à captura de qualquer proteína estranhas ao organismo – alimentos mal digeridos, vírus, fungos, células mortas ou cancerosas, moléculas envelhecidas etc.
Estimular
o aumento do número e do desempenho dos macrófagos, células T assassinas e monócitos.
Inibir
a presença da flora disbiótica, microrganismos, vermes, parasitas etc., não apenas no trato gastrintestinal, mas no organismo em geral.
Neutralizar
as enzimas e os agentes pró-inflamatórios responsáveis pela inflamação e danificação a mucosas gastrintestinal. (Muitos comparam a Aloe vera a um bombeiro que “apaga” rapidamente as inflamações, fazendo desaparecer a sensação de queimação.)
Induzir
a proliferação da flora intestinal simbiótica, levando em conta as diferentes colônias que residem nas distintas áreas do trato gastrintestinal.
Estimular
os fibroblastos dos quais depende a integridade dos tecidos – o meio ambiente celular.
Diante de tantas benesses vindas desse alimento funcional, muitas clínicas vêm adotando o gel das folhas da Aloe vera como agente de potencialização da ação terapêutica e de neutralização dos efeitos colaterais da quimioterapia e da radioterapia, pois ativando o sistema imunológico e dando melhores condições de trabalho ao sistema linfático, a Aloe vera colabora para a rápida varredura das células já mortas.
Dependendo do grau de degenerescência alcançado pelo organismo, sobre tudo nos casos do câncer, recomenda-se cuidados especiais para não se expor a campos de radiação eletromagnéticos ou telúricos que intensificam a debilitação do organismo. Na Alemanha verificou-se que dentre 5000 cancerosos, 92% dormiam sob um cruzamento de linhas de Hartmann, que são ponto de tensão negativa ainda maior.
Concluindo, uma das regras fundamentais para a otimização da qualidade de vida é o fortalecimento e o saneamento do sistema e das funções gastrintestinais, como prevenção do desgaste o sistema imunológico, que sempre que posto em descanso e que esteja devidamente nutrido, tende a se recuperar com certa rapidez.
Últimas Considerações
Mesmo em pequena quantidade, isto é, um mínimo 25ml de gel de Aloe vera duas vezes ao dia – ao despertar e ao deitar-se, já é possível sentir seus benefícios. Mas como ela funciona sob o binômio dose-resposta, em caso de qualquer disfunção ou doença mais grave, a dose devem variar entre 30 e 60ml quatro vezes ao dia.
O suco do gel de Aloe vera é para ser primeiramente apreciado como um tônico para o sistema imune, um depurativo para os intestinos e um agente revitalizante dos tecidos da pele e das estruturas internas.
Dependendo do grau de degenerescência em que o organismo se encontra, sobre tudo nos casos do câncer, o paciente não deve se expor a campos de radiação eletromagnéticos ou telúricos, que debilitam o sistema imune. Dentre 5000 casos de câncer, na Alemanha, foi constatado que 92% dos pacientes dormiam sob um cruzamento de linhas de Hartmann – ponto de tensão das energias telúricas, ou simplesmente eletromagnéticas, extremamente negativas às células.
A prevenção contra o desgaste o sistema imune exige o saneamento diário do sistema gastrintestinal.
É normal perder o apetite quando se adoece, pois o repouso do sistema digestivo se reflete no fortalecimento do sistema imune e na intensificação do processo de autocura. Por isso a prática do jejum é o método mais antigo e universal de desintoxicação e fortalecimento do organismo.
A História do Dr. David Wheeler
No fim do verão de 1994 eu quase morri. Meu sistema imunológico estava destruído pelos remédios que havia tomado contra parasitas. Apareceram tumores no meu pescoço e sangue nas fezes. A artrite era extremamente dolorosa. Estava infestado pela Cândida. O processo de digestão e de eliminação estava em péssimo estado. Eu vivia exausto. Eu me sentia entre a vida e a morte sem quase poder me levantar mais da cama.
Foi quando descobri a Aloe vera a Costa Rica, com a qual hoje trabalho. Os resultados manifestaram-se desde a primeira dose. Em poucos dias eu já estava nadando com meus filhos. Todos os meus sintomas haviam diminuído pelo menos 80%. Inicialmente tomei uma dosagem terapêutica que foi num crescente durante seis semanas, para depois decrescer gradativamente durante quatro meses, até atingir a dose mínima de manutenção diária. Eu me recuperei totalmente e voltei a trabalhar 60hs/semana.
A partir de então tenho estudado a recuperação do sistema imunológico através de suplementos alimentares e tornou-se óbvio para mim que programas de suplementação alimentar são muito mais efetivos do que se ingerirmos um ou apenas alguns suplementos em vez de fazer o programa completo.
Texto escrito por Mônica Lacombe CamargoDifusão Auto-Ecologia
fonte:http://www.difusaoautoecologia.com/aloe_vera/aloe_e_sistema_imune.htm
Aloe barbadensis Miller
A Aloe Vera e o Sistema Imunológico
O sistema imune é aquele que responde pela defesa do organismo contra células ou organismos que lhe são estranhos. Isso envolve os glóbulos brancos (leucócitos) e plasmas protéicos especiais (anticorpos).
Dentre os glóbulos brancos, os linfócitos talvez sejam os mais importantes. Gerados na Da medula óssea, onde são gerados, dirigem-se à glândula do timo, onde recebem novas especificações, e partem para se alojar nas glândulas linfáticas, cujas maiores concentrações se encontram no pescoço, axilas, virilhas ou atrás dos joelhos.
Os neutrófilos e os macrófagos (vocábulo derivado do grego, que significa grande comedor) também fazem parte dos glóbulos brancos.
A Fagocitose
Diante de qualquer elemento estranho, invasor, o sistema imune libera um exercito de anticorpos, que têm a funções de cobri-lo com uma substância que o torne mais apetitoso à fagocitose. As células T chegam, em seguida, liberando enzimas.
O processo da fagocitose inicia-se, então, com os macrógafos liberando uma substância que envolve o elemento alvo para facilitar que ele seja sugado e aprisionado dentro de uma membrana no seu interior, onde serão liberadas substâncias oxidantivas para desintegrar e digerir o prisioneiro.
Muitas vezes os fagócitos migram para a superfície do corpo facilitando assim a sua eliminação, como o pus dos ferimentos, dos furúnculos, dos terçóis etc. Através do mecanismo de proteção e limpeza da fagocitose do sistema imune, os elementos invasores e estranhos ao organismo são neutralizados, destruídos e eliminados.
A Aloe vera faz com que o potencial de ataque, absorção e eliminação dos fagócitos seja aumentado em até 10 vezes. Na opinião do Dr.Plaskett, esse ação de estimulo e suporte à fagocitose é muito mais importantes à saúde humana e animal do que qualquer outra de suas propriedade, pois abrange um vasto espectro de variantes funcionais.
Estudos de 1979 constataram que a Aloe vera tornava os ratos muito mais resistentes às bactérias Klebsiella pneumonia.
Em 1985 e 1987, a equipe japonesa do Prof. A. Yagi, ao estudar um grupo de adultos com bronquite asmática, concluiu que os polissacarídeos e as glicoproteínas da Aloe vera estimulavam os neutrófilos à fagocitose, mas que a intensidade dos estímulo respondia à dosagem com que ela era administrada.
Em 1989, pesquisadores holandeses observaram que a Aloe vera ativava os leucócitos polimorfonucleares (neutrófilos) e estimulava a produção de anticorpos específicos no organismo humano. Nos animais, verificaram que ela ativava mais especificamente os linfócitos T. No ano seguinte, porém, concluíram que esse potencial de ação dependia de seus componentes de baixo peso molecular, como as frações não glicoprotéicas, não dializáveis, que inibem o vazamento das substâncias letais do interior dos fagócitos e aumenta-lhes a eficiência.
Espécies de oxigênio reativo são substâncias letais que os fagócitos utilizam para detonar qualquer coisa que tenham engolido. Na verdade, elas são moléculas de oxigênio negativamente ionizado (O2) ou o peróxido de hidrogênio (H2O2), cuja capacidade de reação química é extremamente agressiva. Conseqüentemente, enquanto seu raio de ação for o interior dos fagócitos, sua atuação detonadora é de uma importância capital ao bom desempenho do sistema imune. Porém, tão logo ela saia desse território, vazando para o meio ambiente celular, ela se tornam extremamente perigosos, pois passam a agir como radicais livres.
Uma das maiores descobertas sobre Aloe vera foi de que ela inibem o vazamento das ‘espécies de oxigênio reativo’, zelando para que se mantenham confinadas dentro dos fagócitos e não destruam os tecidos e células vizinhas.
O Processo Inflamatório
Dependendo da intensidade com que o sistema imune livra o organismo de elementos estranhos, é normal que apareçam quadros inflamatórios agudos. Num primeiro estágio, interromper o processo com a ingestão de antiinflamatórios significa sabotar os mecanismos de desintoxicação e autocura inerentes a todos os organismos vivos.
Nas inflamações crônicas, por outro lado, ao mesmo tempo em que os fagócitos limpam o meio ambiente, eles provocam grandes danos devido ao vazamento das ‘espécies de oxigênio reativo’. Enquanto o ciclo vicioso não for interrompido, os tecidos adjacentes vão sendo destruídos gradativamente.
Tomando como exemplo da artrite, o que um dia começou como uma inflamação aguda, altamente produtiva e saudável, se transformou em atividade extremamente improdutiva e doentia, pois os fagócitos acabam por perder a capacidade de reterem as substâncias letais e provocar uma maior destruição. Inicialmente atacam as cartilagens para, em seguida, atingirem a estrutura óssea.
Como as moléculas de baixa densidade da Aloe vera fortificam os fagócitos, que passam a reter as ‘espécies de oxigênio reativo’ dentro das suas células, pode-se dizer que ela atua de modo indireto e extremamente gentil, para que o ciclo vicioso da cronicidade inflamatória seja interrompido. Conseqüentemente, as células e os tecidos adjacentes são poupados do processo oxidativo-inflamatório.
A partir do momento que a Aloe vera recebeu a confirmação científica do seu surpreendente e inigualável poder antiinflamatório, é difícil acreditar que alguém, em sã consciência, continuará fazendo vista grossa à devastação que os antiinfla-matórios sintéticos provocam ao organismo – afinamento da pele, osteoporose; gastrite e úlcera estomacal, lentidão do processo de cicatrização etc. Além de anti-inflamatória e imunomoduladora, o potencial analgésico da Aloe vera é semelhante ao da aspirina.
A Aloe vera é capaz de prevenir 72% das artrites adjuvantes e causar a sua regressão em 22 a 26% dos casos, com uma dosagem de 150mg/kg por dia, disse Dr. Robert Davis. Em um experimento com animais, constatamos que ela é efetiva na redução de inflamações geradas por uma infinidade de fatores. Como percentual de inibição, observamos uma variação entre 76,9% em relação a gelatina e 22,7% em relação ao dextrano.
Na avaliação feita sobre a influência da vitamina C, presente na Aloe, sobre as artrites adjuvantes localizadas, verificamos que ela ajuda a reduzir os edemas, em 80%, e as dores artríticas, embora não tenha sido notada variação alguma sobre a temperatura. A Aloe vera também mostrou ser capaz de inibir, em até 80%, edemas em animais diabéticos que receberam doses de 10 a 100mg/kg.
Em outro estudo obtivemos excelentes resultados com a combinação da Aloe Vera e o acetato de hidrocortisona sobre as áreas inflamadas. O alto poder de veiculação da Aloe vera também ficou evidente em relação à vitamina C, ao triptofano e à fenila-lanina, cujas propriedades se assemelham aos esteróides.
Compilando todos os nossos experimentos, concluímos que a Aloe Vera inibe as inflamações constringindo os vasos capilares, bloqueando a infiltração dos neutrófilos e freando a produção de radicais livres de oxigênio.
Os Polissacarídeos da Aloe Vera
No fim dos anos 80, as observações feitas sobre o poder do acemannan – uma das frações do gel da Aloe vera – em aumentar a inter-relação das células T com os monócitos, levaram às primeiras constatações do poder de potencialização que ele exerce sobre o sistema imune.
Um outro estudo feito com galinhas, verificou que os polissacarídeos da Aloe vera induzem o aumento da produção de óxido nítrico – um outro elemento letal produzido pelos macrófagos – e um conseqüente aumento na eficácia dos fagócitos.
Dentre os inúmeros trabalhos desenvolvidos sobre a fração do acemannan, talvez os dois mais importantes tenham sido os da equipe do Dr. Sheets – Estudos dos Efeitos do Acemannan sobre uma Infecção por Retrovírus: Estabilização Clínica do Vírus Felino que Afeta os Gatos – e o que foi feito em conjunto entre o Animal Medical Hospital de Irving, no Texas, e o College Of Veterinary Medicine, do Texas A&M University, pois o vírus da leucemia felina (FELV-Feline Leukemia Virus) é um retrovirus. As estatísticas da leucemia felina, uma das doenças mais letais entre os gatos domésticos, é de que 40% morrem em menos de quatro semanas e 70%, em oito semanas. Em ambos os estudos, porém, os gatos tiveram um alto grau de recuperação e de sobrevivência.
Dr. John C. Pittman, diretor clínico do Hipocrates Health Institute em West Palm Beach, na Flórida, e especialista em desordens do sistema imunológico, é um grande estudioso dos galactomanans (açúcares de cadeias longas) da Aloe barbadensis Miller – planta que, segundo dizem, apresenta a maior concentração de manans acetilados – nomenclatura científica do acemanan, o nome patenteado pelos Laboratórios Carringtons dos EUA.
Segundo o Dr. Pittman, o acemanan é a cadeia de manans mais importante para a revitalização do sistema gastrointestinal e imunológico, sistemas que não se pode mais ignorar serem intrinsecamente interligados.
Segundo suas observações, a grande maioria das pessoas que apresentam patologias ligadas à deficiência no sistema imunológico (a síndrome de fadiga crônica, a candidase sistêmica, herpes, tuberculose, pneumonia, infecções ligadas ao suposto vírus HIV ou ao já bem conhecido vírus Epstein-Barr etc.) também têm alta incidência de disfunções digestivas, que tanto as fazem sofrer em conseqüência da má digestão.
Principais Causas da Má Digestão
A ingestão de alimentos incompatíveis à constituição ou à condição do organismo.
Falta de nutrientes essenciais ao perfeito desempenho do metabolismo gastrintestinal.
Conseqüências da Má Digestão
Incapacitado de gerar energia a partir dos alimentos, as células sofrem de subnutrição e os tecidos de degradam, culminando na debilidade dos processos metabólicos e disfunção do corpo.
Com os glóbulos vermelhos afetados, as células passam a carecer de nutrientes e oxigênio, o metabolismo diminui, o processo de desintoxicação é desacelerado e o organismo, a qualquer hora pode gerar um quadro agudo ou entrar em colapso.
As macromoléculas, resultantes da má digestão, que chegam aos intestinos são submetidas a processos de putrefação, fermentação ou oxidação, gerando o alimento da flora disbiótica e de uma grande variedade de microrganismos patológicos, parasitas e vermes, e um exército de radicais livres, cuja conseqüência é a degradação da mucosa intestinal.
Com a integridade da parede dos intestinos corrompida, o caminho para a contaminação do sangue está livre e a responsabilidade da despoluição do organismo passa a ser exclusivamente do sistema imunológico. Enquanto ele der conta do recado, a saúde estará garantida. Quando ele se exaurir...
Os Processos de Defesa do Sistema Imunológico contra os Alimentos Mal Digeridos
Diante das partículas de alimentos mal digeridos, sobretudo as protéicas, um exército de anticorpos é posto em ação. Uma vez ligados a essas substâncias, os anticorpos fazem apelo aos macrófagos e aos monócitos. As células T, utilizando-se do oxigênio disponível, chegam em seguida liberando enzimas. Inicia-se, então, a fagocitose, para que os elementos estranhos sejam digeridos, degradados, descaracterizados, para então poderem ser eliminados pela linfa.
Ou Seja...
A qualidade e a quantidade do que ingerimos como alimento determinam nossa capacidade de digestão, assimilação e eliminação.
Toda e qualquer deficiência gastrintestinal sobrecarrega o sistema imunológico.Um sistema imunológico obrigado a permanecer em constante atividade metabólica torna-se deficiente, enfraquece, se desgasta, tal qual uma bateria sempre ligada.Uma vez esgotado, deixar-nos totalmente vulneráveis e impotentes perante qualquer elemento intruso ou qualquer transgressão alimentar, por mínima que seja.
Nesse contexto, o convívio com a má digestão é uma das principais razões para o enfraquecimento e esgotamento do sistema imunológico do Ser moderno, cuja conseqüência pode ser a Síndrome da Fadiga Crônica, a Síndrome de Crohn, a Síndrome dos Intestinos Irritados ou, até mesmo, a Síndrome da Imuno Deficiência Adquirida (AIDS) em seus diversos graus de manifestação.
Como Interromper o Ciclo Vicioso e Revitalizar o Sistema Imunológico
Adotar uma higiene alimentar, isto é, uma dieta de alta qualidade e devidamente compatível com a constituição e condição do Ser.
Nutrir-se corretamente, para que o processo digestivo não seja vítima da subnutrição do organismo incapaz de produzir os sucos gástricos e as enzimas necessárias à perfeita decomposição dos alimentos.
Promover, o quanto antes, a regeneração da mucosa do trato intestinal, a revitalização do sistema imunológico e, pelo menos, uma evacuação diária.
O Potencial de Ação da Aloe Vera
O gel da Aloe barbadensis Miller, ingerido antes e após as refeições, assim como ao acordar, no fim da manhã, no final da tarde e antes de deitar-se, funciona como um dos suplementos alimentares mais específicos para responder a todos esses quesitos. Suplementação de minerais, seja a nível iônico, através do Plasma Marinho, ou das algas marinhas, também não pode ser negligenciada, pois poucas são as disfunções ou doenças que resistem à sinergia entre esses elementos.
Um das epidemias mais em voga, e que tão bem exemplifica a inter-relação do sistema gastrintestinal e imunológico, é a do fungo da Cândida, que provoca a dilaceração da mucosa intestinal e conseqüentes reações alérgicas, erupções cutâneas, corrimento, perturbações digestivas, excesso de mucos e de gazes, hipoglicemia, síndrome da fatiga crônica etc., para “desespero” do sistema imunológico.
Estudos laboratoriais, mesmo que baseados em apenas uma das frações dos polissacarídeos do gel da Aloe vera, o acemanan, reconhecem que essa planta tem o potencial de:
Promover
o aumento do número de anticorpos, através das células B no baço, que ajudam a proteger a medula óssea da toxidade residual dos agentes poluentes – internos (do trato gastrintestinal) e externos (elementos químicos, que nos chegam através dos alimentos, medicamentos e dos produtos de saúde, higiene e beleza).
Atuar
como um facilitador dos macrófagos à captura de qualquer proteína estranhas ao organismo – alimentos mal digeridos, vírus, fungos, células mortas ou cancerosas, moléculas envelhecidas etc.
Estimular
o aumento do número e do desempenho dos macrófagos, células T assassinas e monócitos.
Inibir
a presença da flora disbiótica, microrganismos, vermes, parasitas etc., não apenas no trato gastrintestinal, mas no organismo em geral.
Neutralizar
as enzimas e os agentes pró-inflamatórios responsáveis pela inflamação e danificação a mucosas gastrintestinal. (Muitos comparam a Aloe vera a um bombeiro que “apaga” rapidamente as inflamações, fazendo desaparecer a sensação de queimação.)
Induzir
a proliferação da flora intestinal simbiótica, levando em conta as diferentes colônias que residem nas distintas áreas do trato gastrintestinal.
Estimular
os fibroblastos dos quais depende a integridade dos tecidos – o meio ambiente celular.
Diante de tantas benesses vindas desse alimento funcional, muitas clínicas vêm adotando o gel das folhas da Aloe vera como agente de potencialização da ação terapêutica e de neutralização dos efeitos colaterais da quimioterapia e da radioterapia, pois ativando o sistema imunológico e dando melhores condições de trabalho ao sistema linfático, a Aloe vera colabora para a rápida varredura das células já mortas.
Dependendo do grau de degenerescência alcançado pelo organismo, sobre tudo nos casos do câncer, recomenda-se cuidados especiais para não se expor a campos de radiação eletromagnéticos ou telúricos que intensificam a debilitação do organismo. Na Alemanha verificou-se que dentre 5000 cancerosos, 92% dormiam sob um cruzamento de linhas de Hartmann, que são ponto de tensão negativa ainda maior.
Concluindo, uma das regras fundamentais para a otimização da qualidade de vida é o fortalecimento e o saneamento do sistema e das funções gastrintestinais, como prevenção do desgaste o sistema imunológico, que sempre que posto em descanso e que esteja devidamente nutrido, tende a se recuperar com certa rapidez.
Últimas Considerações
Mesmo em pequena quantidade, isto é, um mínimo 25ml de gel de Aloe vera duas vezes ao dia – ao despertar e ao deitar-se, já é possível sentir seus benefícios. Mas como ela funciona sob o binômio dose-resposta, em caso de qualquer disfunção ou doença mais grave, a dose devem variar entre 30 e 60ml quatro vezes ao dia.
O suco do gel de Aloe vera é para ser primeiramente apreciado como um tônico para o sistema imune, um depurativo para os intestinos e um agente revitalizante dos tecidos da pele e das estruturas internas.
Dependendo do grau de degenerescência em que o organismo se encontra, sobre tudo nos casos do câncer, o paciente não deve se expor a campos de radiação eletromagnéticos ou telúricos, que debilitam o sistema imune. Dentre 5000 casos de câncer, na Alemanha, foi constatado que 92% dos pacientes dormiam sob um cruzamento de linhas de Hartmann – ponto de tensão das energias telúricas, ou simplesmente eletromagnéticas, extremamente negativas às células.
A prevenção contra o desgaste o sistema imune exige o saneamento diário do sistema gastrintestinal.
É normal perder o apetite quando se adoece, pois o repouso do sistema digestivo se reflete no fortalecimento do sistema imune e na intensificação do processo de autocura. Por isso a prática do jejum é o método mais antigo e universal de desintoxicação e fortalecimento do organismo.
A História do Dr. David Wheeler
No fim do verão de 1994 eu quase morri. Meu sistema imunológico estava destruído pelos remédios que havia tomado contra parasitas. Apareceram tumores no meu pescoço e sangue nas fezes. A artrite era extremamente dolorosa. Estava infestado pela Cândida. O processo de digestão e de eliminação estava em péssimo estado. Eu vivia exausto. Eu me sentia entre a vida e a morte sem quase poder me levantar mais da cama.
Foi quando descobri a Aloe vera a Costa Rica, com a qual hoje trabalho. Os resultados manifestaram-se desde a primeira dose. Em poucos dias eu já estava nadando com meus filhos. Todos os meus sintomas haviam diminuído pelo menos 80%. Inicialmente tomei uma dosagem terapêutica que foi num crescente durante seis semanas, para depois decrescer gradativamente durante quatro meses, até atingir a dose mínima de manutenção diária. Eu me recuperei totalmente e voltei a trabalhar 60hs/semana.
A partir de então tenho estudado a recuperação do sistema imunológico através de suplementos alimentares e tornou-se óbvio para mim que programas de suplementação alimentar são muito mais efetivos do que se ingerirmos um ou apenas alguns suplementos em vez de fazer o programa completo.
Texto escrito por Mônica Lacombe CamargoDifusão Auto-Ecologia
fonte:http://www.difusaoautoecologia.com/aloe_vera/aloe_e_sistema_imune.htm
aloe vera evita e ajuda no tratamento do cancer
ALOE VERA
Aloe barbadensis Miller
A Aloe Vera e o Câncer (1)
Acredito que não existe mais um único Ser vivo, sobre o planeta, que não esteja convivendo com células cancerosas em seu organismo. Porém, enquanto o sistema imune conseguir destruí-las e eliminá-las, impedindo que se aglomerem como tumores, elas não representam problema algum. Isso depende, portanto, do vigor com que o sistema imunológico responde à presença dessas células de comportamento desordenado e que promovem a acidificação do organismo.
Os problemas aparecem com a debilitação do sistema imunológico, seja pela subnutrição, deficiência enzimática, exposição a vacinas ou fármacos, que o agridem ou inibem sua ação (ex. antiinflamatórios esteroidais), ou por ser exaurido por constantes focos inflamatórios, infestações microbianas etc.Além do potencial imunoestimulante e enzimático da Aloe vera, o potencial antitumoral de alguns de seus elementos constituintes, como Aloe emodina e Aloe lectinas, faz dela um alimento funcional de ação preventiva e reversiva dos quadros de câncer.Um estudo de laboratório, com ratos com sarcoma-180, verificou sua ação inibitória sobre o crescimento do tumor.Já foi observado que a Alexina B, uma das frações da Aloe Vera, possui propriedades anticancerígena sobre a leucemia linfocítica, e que a Alocitina A atua contra os tumores através do sistema imunológico.Segundo Dr. Danhof, o gel de alguns tipos de aloe têm o poder de desbloquear o fator alpha das necroses tumorais. E um estudo do departamento de epidemiologia da Universidade de Okinawa, no Japão, constatou que a Aloe vera é capaz de prolongar a vida dos pacientes com câncer de pulmão.Observou-se, ainda, que a Aloe vera, ou alguma de suas frações, é capaz de: Quebrar a capa das proteínas das células cancerosas.
Proteger a medula das drogas farmacológicas.
Promover o encapsulamento dos tecidos cancerosos e deixá-los morrer por inanição, fazendo com que o procedimento cirúrgico de remoção do tumor seja facilitado.
Agir contra a leucemia felina com 80% de probabilidade de sucesso. (Em 1991 o Ministério da Agricultura dos USA aprovou o uso do Acemanan - uma fração dos polissacarídeos da Aloe vera, para o tratamento de cachorros e gatos com fibrosarcomas).
A Aloe Vera na Quimioterapia e na Radioterapia
As surpreendentes propriedades da Aloe vera tem feito com que ela ganhe uma posição preeminente como elemento coadjuvante e potencializador da quimioterapia e da radioterapia.
As apreciações sobre essa ação da Aloe vera geralmente recaem sobre seu poder de:
Neutralizar os radicais livres
Aliviar o mal-estar decorrente dos efeitos colaterais dessas terapia
Promover a rápida eliminação das células mortas modulando a ação do sistema imunológico e gerando uma maior mobilidade da linfa.
Garantir a integridade da mucosa gastrointestinal e, conseqüentemente, do terreno que determina a sobrevivência e multiplicação da flora intestinal simbiótica.
Diminuir a queda dos cabelos caiam e a possibilidade de se desenvolver uma anemia.
(1) Corsi MM, Bertelli AA, Gaja G, Fulgenzi A, Ferrero ME. University of Milan, Italy. The therapeutic potential of Aloe vera in tumor-bearing rats. Int J Tissue React. 1998; 20(4): 115.
Gribel' NV, Pashinskii VG. Antimetastatic properties of aloe juice. [Article in Russian]Vopr Onkol. 1986; 32(12): 38-40.
Jeong HY, Kim JH, Hwang SJ, Rhee DK. Coll. Pharm., Sung Kyun Kwan Univ. Anticancer effect of Aloe on sarcoma 180 in ICR mouse & on human cancer cell lines. Yalhak Hoeji 1994; 38 (3): 311-321.
Lee HZ. School of Pharmacy, China Medical College, Taiwan. Protein kinase C involvement in aloe-emodin- and emodin-induced apoptosis in lung carcinoma cell. Br J Pharmacol. 2001 Nov; 134(5): 1093-103.
Pecere T, Gazzola MV, Mucignat C, Parolin C, Vecchia FD, Cavaggioni A, Basso G, Diaspro A, Salvato B, Carli M, Palu G. University of Padova, Italy. Aloe-emodin is a new type of anticancer agent with selective activity against neuroectodermal tumors. Cancer Res. 2000 Jun 1; 60(11): 2800-4.
Do Livro Saúde & Beleza Forever, de Mônica Lacombe Camargo- Edição Esgotada -
fonte:http://www.difusaoautoecologia.com/aloe_vera/aloe_e_cancer.htm
Aloe barbadensis Miller
A Aloe Vera e o Câncer (1)
Acredito que não existe mais um único Ser vivo, sobre o planeta, que não esteja convivendo com células cancerosas em seu organismo. Porém, enquanto o sistema imune conseguir destruí-las e eliminá-las, impedindo que se aglomerem como tumores, elas não representam problema algum. Isso depende, portanto, do vigor com que o sistema imunológico responde à presença dessas células de comportamento desordenado e que promovem a acidificação do organismo.
Os problemas aparecem com a debilitação do sistema imunológico, seja pela subnutrição, deficiência enzimática, exposição a vacinas ou fármacos, que o agridem ou inibem sua ação (ex. antiinflamatórios esteroidais), ou por ser exaurido por constantes focos inflamatórios, infestações microbianas etc.Além do potencial imunoestimulante e enzimático da Aloe vera, o potencial antitumoral de alguns de seus elementos constituintes, como Aloe emodina e Aloe lectinas, faz dela um alimento funcional de ação preventiva e reversiva dos quadros de câncer.Um estudo de laboratório, com ratos com sarcoma-180, verificou sua ação inibitória sobre o crescimento do tumor.Já foi observado que a Alexina B, uma das frações da Aloe Vera, possui propriedades anticancerígena sobre a leucemia linfocítica, e que a Alocitina A atua contra os tumores através do sistema imunológico.Segundo Dr. Danhof, o gel de alguns tipos de aloe têm o poder de desbloquear o fator alpha das necroses tumorais. E um estudo do departamento de epidemiologia da Universidade de Okinawa, no Japão, constatou que a Aloe vera é capaz de prolongar a vida dos pacientes com câncer de pulmão.Observou-se, ainda, que a Aloe vera, ou alguma de suas frações, é capaz de: Quebrar a capa das proteínas das células cancerosas.
Proteger a medula das drogas farmacológicas.
Promover o encapsulamento dos tecidos cancerosos e deixá-los morrer por inanição, fazendo com que o procedimento cirúrgico de remoção do tumor seja facilitado.
Agir contra a leucemia felina com 80% de probabilidade de sucesso. (Em 1991 o Ministério da Agricultura dos USA aprovou o uso do Acemanan - uma fração dos polissacarídeos da Aloe vera, para o tratamento de cachorros e gatos com fibrosarcomas).
A Aloe Vera na Quimioterapia e na Radioterapia
As surpreendentes propriedades da Aloe vera tem feito com que ela ganhe uma posição preeminente como elemento coadjuvante e potencializador da quimioterapia e da radioterapia.
As apreciações sobre essa ação da Aloe vera geralmente recaem sobre seu poder de:
Neutralizar os radicais livres
Aliviar o mal-estar decorrente dos efeitos colaterais dessas terapia
Promover a rápida eliminação das células mortas modulando a ação do sistema imunológico e gerando uma maior mobilidade da linfa.
Garantir a integridade da mucosa gastrointestinal e, conseqüentemente, do terreno que determina a sobrevivência e multiplicação da flora intestinal simbiótica.
Diminuir a queda dos cabelos caiam e a possibilidade de se desenvolver uma anemia.
(1) Corsi MM, Bertelli AA, Gaja G, Fulgenzi A, Ferrero ME. University of Milan, Italy. The therapeutic potential of Aloe vera in tumor-bearing rats. Int J Tissue React. 1998; 20(4): 115.
Gribel' NV, Pashinskii VG. Antimetastatic properties of aloe juice. [Article in Russian]Vopr Onkol. 1986; 32(12): 38-40.
Jeong HY, Kim JH, Hwang SJ, Rhee DK. Coll. Pharm., Sung Kyun Kwan Univ. Anticancer effect of Aloe on sarcoma 180 in ICR mouse & on human cancer cell lines. Yalhak Hoeji 1994; 38 (3): 311-321.
Lee HZ. School of Pharmacy, China Medical College, Taiwan. Protein kinase C involvement in aloe-emodin- and emodin-induced apoptosis in lung carcinoma cell. Br J Pharmacol. 2001 Nov; 134(5): 1093-103.
Pecere T, Gazzola MV, Mucignat C, Parolin C, Vecchia FD, Cavaggioni A, Basso G, Diaspro A, Salvato B, Carli M, Palu G. University of Padova, Italy. Aloe-emodin is a new type of anticancer agent with selective activity against neuroectodermal tumors. Cancer Res. 2000 Jun 1; 60(11): 2800-4.
Do Livro Saúde & Beleza Forever, de Mônica Lacombe Camargo- Edição Esgotada -
fonte:http://www.difusaoautoecologia.com/aloe_vera/aloe_e_cancer.htm
aloe vera benéfica a todo organismo
ALOE VERA
Aloe barbadensis Miller
Aloe, da palavra árabe-hebraica Alloeh, que significa substância brilhante e amarga, é o nome científico de um gênero de mais de 350 variedades de plantas, que pertence à família das liliáceas, como as cebolas, os alhos e os aspargos.As Aloes são plantas de regiões quentes e secas, que pertencem à família das xeróidas - guardam água no seu interior, como modo de sobrevivência em habitats áridos. Por isso, qualquer ruptura na estrutura externa das folhas é imediatamente cicatrizada, tal qual acontece quando as colocamos sobre a pele ferida.Há milênios, sua baba amarga, que concentra o princípio ativo da Aloína, era muito apreciada por seus efeitos laxativos, pois a prisão de ventre sempre foi reconhecida como uma das principais causas dos problemas de saúde. Isso explica porque, até hoje, a farmacologia se refere a elas como "Aloes amargas", fazendo alusão exclusivamente a essa fração da folha, e declina uma série de contra-indicações ignorando as propriedades do seu gel.Embora utilizado indiscriminadamente, o nome Aloe vera - planta verdadeiramente amarga e brilhante ou verdadeira aloe - é sinônimo apenas da espécie Aloe barbadensis Miller. Barbadensis faz referência à ilha de Barbados, que provavelmente recebeu a Aloe linhe ou vulgaris vinda da ilha de Curaçao, ondedeve ter chegado com os jesuítas vindos da África. Miller foi o cientista que primeiro a descreveu e classificou com precisão.Visualmente, ela se distingue das outras por ter as folhas mais carnudas, de um verde claro brilhante e uniforme, que apontam para o céu - o que certamente explica a denominação com que os hindus se referem a ela, Cetro Divino.É essencialmente sobre a Aloe vera ou Aloe barbadensis Miller, que estaremos falando ao longo dessa obra.
Aloe barbadensis Miller (1)
Sinônimos
Aloe abyssinica Lam. Aloe chinensis Baker. Aloe flava Pers. Aloe indica Royle. Aloe littoralis Koen. Aloe officinalis Forssk. Aloe perfoliata L. var. Aloe vera Linné. Aloe vulgaris Lam. Barbadoes aloes (Curaçao aloes). Hepatic aloes.
Alemão
Echte Aloe.
Dinamarquês
Lægealoe.
Espanhol
Acíbar. Aloe. Lináloe. Maguey morado. Sábila ou Zábila. Na Colombia: Penca sábila. Na Argentina: Flor ou Loto do deserto, Pitera amarelo, Sávila, Toots amarelo ou Zábila dos toots.
Finlandês
Lääkeaaloe.
Francês
Aloès. Aloès vulgaire.
Hindu
Guar patha. Ghikanva.
Holandês
Aloë.
Inglês
Barbados aloe. Coastal aloe. Curaçao aloe. Indian aloe. Medicinal aloe. Mediterranean aloe. Star cactus. West Indian aloe.
Italiano
Aloe di Curacao. Aloe delle Barbados. Aloe mediterrânea. Aloe vera. Legno aloe.
Polonês
Aloes zwyczajny.
Português
Aloés (masc.). Áloes (fem.). Aloé vera. Babosa (Brasil). Aloés de Barbados. Erva-babosa. Azebre Vegetal.
Russo
Aloe nastojaš.
Sânscrito
Ghrita kumari. Kumari.
Sueco
Aloe. Barbados aloe.
A ALOE VERA NA TRADIÇÃO MILENAR AYURVÉDICA (2)
Parte Usada
Gel
Energia
Amarga. Adstringente. Condimentada-doce-refrescante.
Tecido
Todos
Sistemas
Circulatório. Digestivo. Reprodutor.
Órgãos
Excretórios
Propriedades
Afrodisíaco. Antidiscrásico. Anti-helmíntico (contra vermes). Diminui Pitta (calor). Emenagogo (promove fluxo menstrual). Purgante. Refrescante. Rejuvenescedor. Regula a utilização da glicose e gorduras. Excelente tônico amargo para o fígado, pâncreas, sangue, sistema sexual feminino (rejuvenesce o útero) e todos os agnis e enzimas digestivas.
Indicações
Amenorréia. Asma. Bursite. Dermatite. Dismenorréia. Climatério. Conjuntivite. Doenças genitais. Doenças dos olhos. Erisipela. Febre. Fígado inchado. Gânglios inchados. Gases. Hepatite (em geral). Herpes. Lepra. Mal-estar geral. Menstruação suspensa. "Nó-nas-tripas". Obesidade. Pâncreas inchado. Pele (diversos problemas). Problemas no esqueleto e na massa muscular. Úlceras. Vaginite. Vermes. Vômito.
A Aloe Vera Segundo a Enciclopédia de Ervasde Cunningham
Polaridade
Feminina
Corpo celeste
Lua
Elemento
Água
Partes utilizadas
o extrato da folha pulverizadoo suco da parte interna da folhaa aloína - líquido amarronzado que baba da casca quando que a folha é cortada
Uso medicinal
Acne. Alergias. Bolhas. Má circulação. Colite. Espinhas e cravos. Inchaço. Infecções. Inflamações. Irritações da pele. Mau odor. Parasitas. Picadas de inseto. Prisão de ventre. Problemas digestivos. Queimaduras. Transpiração. Úlcera péptica. Vermelhidão.
Uso popular
Contra maus espíritos. Trazer proteção, riqueza e sorte. Protege a casa contra influências maléficas e acidentes.Penduradas junto às portas, repelir o mal e atrair a sorte.
Suplemento alimentar
Para a digestão, circulação, rins, fígado e vesícula biliar. Sua ingestão, junto ao seu uso tópico, diminui a inflamação, o inchaço, a vermelhidão e as coceiras alérgicas.
Uso tópico
Contra as inflamações e quaisquer problemas da pele: coceiras, inchaços, picadas, machucados.Referências1.MULTILINGUAL MULTISCRIPT PLANT NAME DATABASEwww.plantnames.unimelb.edu.au/Sorting/Aloe.html
fonte:http://www.difusaoautoecologia.com/aloe_vera/aloe_vera.htm
Do Livro Saúde & Beleza Forever, de Mônica Lacombe Camargo- Edição Esgotada -
Aloe barbadensis Miller
Aloe, da palavra árabe-hebraica Alloeh, que significa substância brilhante e amarga, é o nome científico de um gênero de mais de 350 variedades de plantas, que pertence à família das liliáceas, como as cebolas, os alhos e os aspargos.As Aloes são plantas de regiões quentes e secas, que pertencem à família das xeróidas - guardam água no seu interior, como modo de sobrevivência em habitats áridos. Por isso, qualquer ruptura na estrutura externa das folhas é imediatamente cicatrizada, tal qual acontece quando as colocamos sobre a pele ferida.Há milênios, sua baba amarga, que concentra o princípio ativo da Aloína, era muito apreciada por seus efeitos laxativos, pois a prisão de ventre sempre foi reconhecida como uma das principais causas dos problemas de saúde. Isso explica porque, até hoje, a farmacologia se refere a elas como "Aloes amargas", fazendo alusão exclusivamente a essa fração da folha, e declina uma série de contra-indicações ignorando as propriedades do seu gel.Embora utilizado indiscriminadamente, o nome Aloe vera - planta verdadeiramente amarga e brilhante ou verdadeira aloe - é sinônimo apenas da espécie Aloe barbadensis Miller. Barbadensis faz referência à ilha de Barbados, que provavelmente recebeu a Aloe linhe ou vulgaris vinda da ilha de Curaçao, ondedeve ter chegado com os jesuítas vindos da África. Miller foi o cientista que primeiro a descreveu e classificou com precisão.Visualmente, ela se distingue das outras por ter as folhas mais carnudas, de um verde claro brilhante e uniforme, que apontam para o céu - o que certamente explica a denominação com que os hindus se referem a ela, Cetro Divino.É essencialmente sobre a Aloe vera ou Aloe barbadensis Miller, que estaremos falando ao longo dessa obra.
Aloe barbadensis Miller (1)
Sinônimos
Aloe abyssinica Lam. Aloe chinensis Baker. Aloe flava Pers. Aloe indica Royle. Aloe littoralis Koen. Aloe officinalis Forssk. Aloe perfoliata L. var. Aloe vera Linné. Aloe vulgaris Lam. Barbadoes aloes (Curaçao aloes). Hepatic aloes.
Alemão
Echte Aloe.
Dinamarquês
Lægealoe.
Espanhol
Acíbar. Aloe. Lináloe. Maguey morado. Sábila ou Zábila. Na Colombia: Penca sábila. Na Argentina: Flor ou Loto do deserto, Pitera amarelo, Sávila, Toots amarelo ou Zábila dos toots.
Finlandês
Lääkeaaloe.
Francês
Aloès. Aloès vulgaire.
Hindu
Guar patha. Ghikanva.
Holandês
Aloë.
Inglês
Barbados aloe. Coastal aloe. Curaçao aloe. Indian aloe. Medicinal aloe. Mediterranean aloe. Star cactus. West Indian aloe.
Italiano
Aloe di Curacao. Aloe delle Barbados. Aloe mediterrânea. Aloe vera. Legno aloe.
Polonês
Aloes zwyczajny.
Português
Aloés (masc.). Áloes (fem.). Aloé vera. Babosa (Brasil). Aloés de Barbados. Erva-babosa. Azebre Vegetal.
Russo
Aloe nastojaš.
Sânscrito
Ghrita kumari. Kumari.
Sueco
Aloe. Barbados aloe.
A ALOE VERA NA TRADIÇÃO MILENAR AYURVÉDICA (2)
Parte Usada
Gel
Energia
Amarga. Adstringente. Condimentada-doce-refrescante.
Tecido
Todos
Sistemas
Circulatório. Digestivo. Reprodutor.
Órgãos
Excretórios
Propriedades
Afrodisíaco. Antidiscrásico. Anti-helmíntico (contra vermes). Diminui Pitta (calor). Emenagogo (promove fluxo menstrual). Purgante. Refrescante. Rejuvenescedor. Regula a utilização da glicose e gorduras. Excelente tônico amargo para o fígado, pâncreas, sangue, sistema sexual feminino (rejuvenesce o útero) e todos os agnis e enzimas digestivas.
Indicações
Amenorréia. Asma. Bursite. Dermatite. Dismenorréia. Climatério. Conjuntivite. Doenças genitais. Doenças dos olhos. Erisipela. Febre. Fígado inchado. Gânglios inchados. Gases. Hepatite (em geral). Herpes. Lepra. Mal-estar geral. Menstruação suspensa. "Nó-nas-tripas". Obesidade. Pâncreas inchado. Pele (diversos problemas). Problemas no esqueleto e na massa muscular. Úlceras. Vaginite. Vermes. Vômito.
A Aloe Vera Segundo a Enciclopédia de Ervasde Cunningham
Polaridade
Feminina
Corpo celeste
Lua
Elemento
Água
Partes utilizadas
o extrato da folha pulverizadoo suco da parte interna da folhaa aloína - líquido amarronzado que baba da casca quando que a folha é cortada
Uso medicinal
Acne. Alergias. Bolhas. Má circulação. Colite. Espinhas e cravos. Inchaço. Infecções. Inflamações. Irritações da pele. Mau odor. Parasitas. Picadas de inseto. Prisão de ventre. Problemas digestivos. Queimaduras. Transpiração. Úlcera péptica. Vermelhidão.
Uso popular
Contra maus espíritos. Trazer proteção, riqueza e sorte. Protege a casa contra influências maléficas e acidentes.Penduradas junto às portas, repelir o mal e atrair a sorte.
Suplemento alimentar
Para a digestão, circulação, rins, fígado e vesícula biliar. Sua ingestão, junto ao seu uso tópico, diminui a inflamação, o inchaço, a vermelhidão e as coceiras alérgicas.
Uso tópico
Contra as inflamações e quaisquer problemas da pele: coceiras, inchaços, picadas, machucados.Referências1.MULTILINGUAL MULTISCRIPT PLANT NAME DATABASEwww.plantnames.unimelb.edu.au/Sorting/Aloe.html
fonte:http://www.difusaoautoecologia.com/aloe_vera/aloe_vera.htm
Do Livro Saúde & Beleza Forever, de Mônica Lacombe Camargo- Edição Esgotada -
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